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MANUAL DO ADULTO...

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Desde pequeno a gente aprende que todo ser vivo nasce, cresce, se reproduz e morre. E embora nessa época adoremos brincar de ser adulto, usando as roupas e a maquiagem da mamãe, cuidando de bonecas ou preparando comidinhas fictícias, não temos a menor pista do que é crescer de verdade.

Há milhares de definições sobre o tema. Um velho livro de Psicologia que tive no ginásio dizia que a adolescência termina quando resolvemos três questões na vida: a profissional (suponho que essa represente a velha pergunta dos adultos, "o que você vai ser quando crescer?"), a emocional (de volta às perguntas de gente grande aos petizes, essa deve ser a "com quem você vai se casar?", entre outras variáveis...) e a filosófica (ainda não tenho bem certeza do que tal item exprime. Vai ver ainda não o resolvi).


Mas acho que a grande diferença entre os deliciosos dias infantis e nosso cotidiano atual está guardada num ponto bem simples: as coisas que fazemos nesses dois períodos. Quando pequenos, há uma série de atividades e propósitos que pipocam naturalmente nos nossos dias. Quando crescidinhos, é preciso encaixar essas coisas na sua atribulada agenda, com pequenas adaptações, se você quer ser uma pessoa bacana.


Ok, eu sei que estou longe de desvendar o verdadeiro mistério de crescer. Se o tivesse feito guardaria para mim – para não tirar das outras pessoas o prazer de uma descoberta pessoal dessas, ao contrário do que os gurus da auto-ajuda costumam fazer. Mas ainda assim sugiro que toda a gente grande tire um tempinho para...


Assistir desenho

Tá certo que não dá mais para ficar parado na frente da tela tanto tempo, mas pelo menos meia hora de cartoon por semana é dosagem suficiente para você não se transformar numa pessoa chata. Especialmente se o desenho em questão for da dupla Hanna-Barbera. Por isso, não se acanhe em pegar um pacote de bolachas e correr para a frente da TV.


Se exercitar

Eu sou a rainha da inércia e tenho sérias restrições a ambientes de academia, com aquele povo subindo e descendo degraus no mesmo lugar, ao som de qualquer música. Mas andar, correr ou tirar uma lutinha de brincadeira com seu definitivamente faz você se sentir melhor. Verdade.


Ficar de papo para o ar

Na nossa espaçosa agenda infantil, uma vez cumprido o dever escolar e algumas tarefas domésticas conferidas pela mamãe, como guardar os brinquedos ou botar a mesa, tínhamos horas e horas para ficar pensando em... nada! E isso é mais benéfico do que imaginamos.


Brincar sozinho

Vale videogame, paciência no computador, desenhar, escrever... Qualquer coisa que dependa apenas das suas habilidades e imaginação. Os mais avançados na prática conseguem fazer do trabalho uma espécie de jogo individual, o que também conta. Desde que, como na época do pré, você se lembre que existem regras e é feio pisar na cabeça dos seus colegas, por exemplo.


Brincar com seus amigos

Não pega bem um bando de marmanjos fechar a rua para brincar de "Roupa Bandeira", mas no conforto do seu lar sempre é possível reunir os camaradas em volta de um tabuleiro ou chamar todo mundo para dançar, ver um filme, jantar e bater papo. De longe, dá para ficar trocando e-mails. São pequenas adaptações que não tiram a essência de brincar em turma. E ainda fazem seu dia melhor.




Vale até uma guerra de almofadas

3 comentários:

Jéssica disse...

Kbeçãooooooooooo a brincadeira é rouba banderia não "Roupa Bandeira"


kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

e aii td bom???

bj

hugo disse...

oi tatttttt

sou d comum acordo que adultos assistam desenhos aminamados até hj qdo posso assisto pica-pau, chaves e outros....gosto mto

hugo disse...

oi tatttttt

sou d comum acordo que adultos assistam desenhos aminamados até hj qdo posso assisto pica-pau, chaves e outros....gosto mto

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