PLAYLIST DO BLOG
NOME AOS BOIS...
Ô, ti bunitinho! Pelo visto, saudade da infância não é privilégio deste site que vos fala. Olha o senhor Augusto Liberato, que acha legal fazer fama nacionalmente como Gugu. E depois ainda quer ser levado a sério. Na mesma linha temos a apresentadora Xuxa, o jogador de vôlei Tande (Alexandre no idioma tati-bitati) e o cantor Lulu Santos (Luiz Maurício Pragana). E aqueles com inhos e inhas? Netinho, Peninha, Soninha... Bem fez o Jairzinho, que hoje assina como Jair Oliveira. Tá crescendo, o menino!
Ah, os órfãos... Deve ser muito triste não ter uma família, né? Pode perguntar para a Eliana, a Simone, o Leonardo, a Joana, o Daniel... Mas antes que você fique com pena deles, pense de novo. No fundo, é um baita complexo de superioridade: apesar de existirem milhares de Elianas e Leonardos no Brasil, só há um exemplar conhecido como A Eliana ou O Leonardo. Isso serve para toda essa cambada sem pai nem mãe, mas com um ego lá em cima. Se bem que Alcione só deve ter uma mesmo.
Esses assistiam ao Discovery Channel muito antes da TV por assinatura sonhar em conquistar este país de terceiro mundo. Temos o digníssimo Falcão, tanto no futebol quanto na música-brega-porreta. Este último, nasceu no Ceará sob a alcunha de Marcondes Falcão Maia. Convenhamos que a ave de rapina chama mais atenção que Marcondes, hein? No mesmo estilo, há o Lobão e o Ovelha, que obviamente não podem se encontrar. Mas o prêmio “bichice”, em todos os sentidos, vai para Leão Lobo.
Quem teve a sorte de contar com um nome duplo pode explicar melhor que eu. Funciona assim: o João Henrique, por exemplo, é conhecido como Joãozinho e só ouve o nome inteiro quando a mãe quer puxar a orelha. Algo como “João Henrique, venha já aqui!”. Isso deve traumatizar um pouco a criança. Então me explica como o Paulo Ricardo, a Maria Paula, a Flávia Alessandra, o Marcelo Augusto, a Maria Zilda e o Roberto Carlos escolheram tais apelidos. Para lembrar dos castigos e das chineladas da infância?
Poucos artistas possuem a perspicácia de entender que a escolha de um nome artístico é algo muito sério, pois o resultado vai persegui-los pelo resto da vida. Então, por que não escolher algo conceitual, intelectual e até transcendental? Assim, todo mundo vê como eles são inteligentes. Veja o Carlinhos Brown. Ele é negro e faz mistura de ritmos. Então resolveu mostrar isso no nome! Não é genial? Outros “gênios” são o Xis e o Afro X. O melhor, porém, é Gabriel, O Pensador. Pára o mundo que eu quero descer!
Pior do que as piadas do Ary Toledo no “Show de Calouros” são algumas alcunhas escolhidas por celebridades. Como, em sã consciência, alguém opta por ser conhecida como Flor? Tenha dó. E Latino? Pior é o Belo, que de belo não tem é nada – só se a base de comparação for o Tiririca (aliás, outro com um nominho daqueles). Mas nenhum ramo de atividade nos brinda com pérolas como o futebol. Vampeta e Wagner Love são só o começo. Ah, Cafú, você sabia que não se acentuam oxítonas terminadas em u?
Agora é moda acrescentar letras nos nomes artísticos para trazer prosperidade, dizem por aí. O que tem de artista que marca consulta na numerologista... Lembra quando a Sandra de Sá era conhecida apenas por Sandra Sá? E a Marina Lima já foi Marina e já foi Marina de Lima. Jorge Ben hoje assina sua obra como Jorge Ben Jor. Até o baiano Xandy botou um “d” a mais e virou Xanddy. Como ficou bonito! Porém, note que todos eles não mais saborearam o gostinho do sucesso após a alteração. Estranho.
Money is good, certo? Talvez seja pelo sonho de sentar em um sofá recheado de verdinhas norte-americanas que algumas personalidades resolveram internacionalizar o nome. Carlinhos Brown poderia estar nesta categoria, hand-in-hand com Syang, Kelly Key, Gretchen, Luka, Vivi Griswold (hã?) e Patrícia Marx, que já foi só Patrícia e decidiu fazer seu Marques mais, digamos, gringo. No balaio “cidadão do mundo” entram ainda as chacoalhantes Regininha Poltergeist e Rita Cadillac.
Pleonasmo é uma redundância de termos, como “subir para cima” e “sair para fora”. Só se pode subir se for para cima, e só se pode sair se for para fora, certo? Não se preocupe, porém, se você fugiu da aula de figuras de linguagem. Alguns artistas fizeram o mesmo, preferindo um trago na cantina às lições de gramática. É o caso de Zeca Pagodinho (o cara é pagodeiro, não precisava disso no nome), Renatinho da Bahia (que veio da... adivinha?) e Osvaldinho da Cuíca (fadado a nunca tocar outro instrumento).
19:28 | Marcadores: :: Desvarios, :: Inutilidade Publica | 1 Comments
ME DÊ UM CONSELHO...
11:40 | Marcadores: :: Desvarios, :: Inutilidade Publica, :: Virtualidades | 0 Comments
(DES)CONTOS DE FADA...
Pena que, à meia-noite, o feitiço se desfez – antes mesmo da borralheira conseguir ficar com o príncipe. Nisso, as irmãs a viram, começaram a gritar e uma bruxa maléfica, comadre da madrasta, raptou a pobrezinha e a prendeu em uma torre. A bruxa, apesar de fornecer comida e uma cama até que confortável, não permitia que ela saísse para o cabeleireiro. Então, suas madeixas ficaram sem ver tesoura e chapinha por muito tempo. Em uma dada manhã, porém, o príncipe gritou lá de baixo para a moça lhe jogar suas longas tranças. O que ela fez bem na fuça da bruxa (era bonita, porém burrinha).
De castigo, a bruxa pediu para que ela fiasse um quarto inteiro cheio de lã. A garota começou a chorar, pois sabia apenas arear panela, passar enceradeira e pregar botão. Fiar definitivamente não figurava entre suas prendas. Ouvindo seu choro, um duende mágico apareceu. Ele começou a trabalhar a lã tão rápido que a moça não conseguia ver os pés nem as mãos do pequenino ser. Antes de terminar, porém, o duende pediu um pagamento: “Eu quero esse seu colar de ouro”. Ela disse que não, que aquele colar era presente de sua mãe. “Então eu quero esse vestido”. Ela disse que não, que aquele tinha sido a lembrança da “personal-fada”. “Então eu quero seu primeiro filho”. Ela disse que não, pois não suportava crianças e jamais queria ter um rebento para encher o saco.
O duende ficou furioso e sumiu, mesmo tendo trabalho a ser feito. A moça desesperou-se ainda mais, porém resolveu tentar ela mesma. O que foi um erro muito grande, pois assim que sentou na roca, a agulha picou-a no dedo e ela começou a ficar sonolenta... sonolenta.... até que apagou. A bruxa, quando entrou no quarto, viu a garota deitada dormindo. Cutucou-a para acordá-la. Em vão. Puxou as cobertas. Em vão. Ligou na Ana Maria Braga. Em vão. A feiticeira, então, começou a esbravejar que não queria uma filha tão preguiçosa quanto aquela, que de folgada a vida dela já estava cheia, e que ela não seria escrava de ninguém. Botou a menina no meio da floresta e saiu de mansinho.
Lá estava a moça a roncar debaixo de uma árvore quando sentiu uma língua tocando sua boca. Ela já ficou toda assanhada, pensando tratar-se do príncipe. Começou a fingir o cochilo para ver até onde ele iria. Lembrou-se daquela música “Eu e minha gata, rolando na relva/ Rolava de tudo”. Quando abriu os olhos, porém, viu que não era príncipe coisa nenhuma: era um pequeno cervo! Ela deu um pulo, limpou a boca na manga e disse para o cervo “O que diabos você está fazendo, seu bicho inútil?”. E ele respondeu “Meu nome é Bambi, eu preciso de carinho porque minha mãe acaba de ser morta a sangue frio por caçadores e não existe ninguém no mundo para me amar”. A moça fez um muxoxo, respondeu “Cada um com seu problema, né?” e pôs-se a caminhar pela floresta.
Já estava anoitecendo quando ela avistou uma casa feita de doces. Faminta do jeito que estava, começou a roer o telhado de chocolate, as paredes de biscoito e a cerca de pirulitos. Nem os passos vindos de dentro do recinto a fizeram parar de mastigar a chaminé de marzipã. Uma velha com cara de vilã de novela mexicana saiu de dentro e começou a gritar “O que é isso agora?”. Ela desceu do telhado, desculpou-se. A velha respondeu que já estava enclausurando duas criancinhas abandonadas, com intenção de assá-las e comê-las no jantar, e não queria ser importunada. A moça respondeu “ok” e se mandou dali.
Exausta, faminta e imunda, ela andou por horas e horas. Estava amanhecendo quando avistou ao longe a luz de uma casinha. Aproximou-se de leve. Bateu na porta. Um anão, bem ranzinza, atendeu. “Não quero comprar nenhuma enciclopédia, vá embora”. Ela disse que não estava vendendo nada, que não tinha onde morar, que ela era muito prendada e poderia cuidar dele e de seus outros seis irmãos em troca de carinho e abrigo. Ele deixou-a entrar.
Quando os anões saíram para trabalhar, chegou uma outra bruxa vendendo maçãs. A moça seguiu o conselho do ranzinza e disse que não queria comprar nada. A bruxa, porém, explicou que aquelas não eram maçãs comuns! Com elas, a pessoa cansada das frutas normais poderia, além de matar a fome, pentear o cabelo, encerar o carro, brincar na praia e ainda envenenar inimigos! E, como brinde, ela ganharia uma linda faca de plástico para passar patê! Na verdade, tratava-se de um produto inédito no mercado, o Multiple Maçonator!
A moça pensou um pouco e sugeriu para a bruxa “Se a senhora quiser, eu posso vender sua invenção pelo telefone. Ouça, minha voz é doce e sensual, todos vão comprar a Multiple Maçonator e vamos ficar ricas!”. E então, surgiu o primeiro infomercial do reino do faz-de-conta e todos foram felizes para sempre.
(Quer dizer, menos o Bambi órfão, os irmãos comidos pela velha e o príncipe, que continuou só).
12:48 | Marcadores: :: Desvarios | 0 Comments
:: ALVARÁ DE SOLTURA...
16:24 | Marcadores: :: Desvarios, :: Imagens, :: Inutilidade Publica | 0 Comments
:: TESTE DO MARSHMALLOW PRA ADULTOS...
16:41 | Marcadores: :: Desvarios, :: Inutilidade Publica, :: Videos | 0 Comments
:: VIVINHOS DA SILVA...
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Minha mãe já me dizia: “não brinca com a comida...” Sempre imaginei que ela dava essa coordenada tão comum para que eu comesse tudo, ficasse forte e crescesse até os
Que me amarre a primeira fivela da camisa de força quem discordar: alguns objetos possuem SIM vida própria. Deveriam ser artigos manufaturados inocentes e sem vontade. Mas é tudo fingimento. Quando você menos espera, lá vão eles atacar! Cuidado, gente! No momento em que estivermos mais distraídos, essas coisinhas ardilosas dominarão o planeta!
Fiquem atentos, especialmente, aos seguintes itens:
Fitas colantes
Deveriam servir apenas para selar caixas, fechar pacotes ou prender bilhetinhos aqui e ali. Mas que nada! Basta apanhar o rolo de fita parda, durex, silver-tape ou coisa maligna que o valha para ver! Uma vez desunidas do grupo, elas grudam nos dedos, no cabelo, na mesa... Enrolam-se no próprio eixo como peixes recém tirados da água. A ponta do rolo? Elas escondem de propósito.
Fatia de pão com manteiga
Estou para lembrar de um só dia em que essa mistura de fatia de pão com uma camada de manteiga tenha se comportado bem. Bastou terminar de passar a faca com a massaroca e apanhar o dito cujo nas mãos, pronto: a composição vai achar um jeito de se desvencilhar e se atirar pelo chão. Sempre com a manteiguinha gostosa voltada para o piso, evidente.
Sabonetes
Bem que podiam inventar luvas de metal capazes de segurar esse troço fujão. Ia ser meio ridículo tomar banho com elas, mas pelo menos iam impedir que o psicótico sabonete exercesse seu livre arbítrio de voar pelo box sempre que é apanhado. Não sei, mas acho que eles sabem que terão mesmo o fim trágico de escorrer pelo ralo e tentam dar cabo da própria vida por antecipação...
Sacolas de mercado
Em geral, elas são boazinhas e cordatas. Se vierem de boa procedência, acomodam as compras sem armar revolta. Mas se forem aquelas nascidas em fábrica de gueto, muito cuidado! Assim que as latas ou as caixas de leite são erguidas do chão pelas alças, abrem-se buracos por todo lado. Alimentos rolam pelo chão e é aquele caos. Ao chegar perto, dá pra ouvir o barulhinho que as sacolas fazem, né? Pois é a risada das maledetas caçoando da sua cara! Fica esperto.
Ela era uma boneca Barbie que eu tinha. Chegou quando eu era pequena e, nas primeiras brincadeiras, já perdeu a cabeça. Literalmente: ela quebrou sabe-se lá como (ok, eu sei como, mas não conto...) e o pescoço teve que ser colado com super-bonder – que, aliás, é outro artigo com vida própria. Mesmo assim, a cabeça nunca mais parou no lugar. Colávamos, ela fingia pregar. Depois caía. Entrou ano, saiu ano, a cabeça ficava sempre soltando, então decidimos comprar um Barbie nova. Adivinhou? Oh, yes! A cabeça dessa também quebrou e nunca colou! Estou dizendo, a cabeça dessa boneca pensa por si mesma.
15:35 | Marcadores: :: Desvarios, :: Eu | 0 Comments
:: DIA 30 VAI CHOVER CHOCOLATE EM SP...
17:13 | Marcadores: :: Desvarios, :: Inutilidade Publica | 0 Comments
:: ATITUDE POSITIVA...
18:58 | Marcadores: :: Desvarios, :: Imagens | 0 Comments
DÁ PRA VIVER SEM?
Por que será que ficamos tão adictos? Viciados mesmo. E nem é na tecnologia enquanto ciência, mas em coisas tolas como uma frase de tela “(5) mensagens não lidas” e em uma gravação metálica que diz “você tem DUAS mensagens de voz”. Bastou saber disso, lá vai o sujeito clicar ou discar vorazmente para a caixa postal.
Caixa postal, há alguns anos, era um serviço dos Correios para que a gente recebesse centenas de correspondências sem revelar um endereço residencial. Usava caixa postal quem colocava anúncio para arrumar casamento ou quem tivesse um programa de TV. Hoje a filha da minha vizinha, de cinco anos, usa caixa postal. Não no posto do correio, lógico. É no celular cor-de-rosa dela.
Ficar sem certas parafernálias já não é opção. Eu sei de uma garota que arrumou o maior quebra-pau no RH da firma porque bloquearam seu messenger. Não ficou fula quando cortaram o bônus de Natal ou quando trocaram o restaurante subsidiado por um carrinho de guloseimas ruins. Mas no episódio do messenger... Falava quase gritando que aquilo era o fim dos tempos, uma provocação, uma censura para com a vida pessoal do funcionário! “Daqui a pouco vocês vão me jogar em um porão frio e não me deixar falar nem com a família!”, urrava com as bochechas vermelhas.
A que ponto a coisa chega! E o pior é que nem precisa ser o maior viciado para ter a crise de abstinência. A maioria das pessoas fica mesmo meio enlouquecida com a falta de certas facilidades da vida moderna. Ah, e você não sente a falta deles no fundo do coração?
Até o filhote do cachorro do guarda-noturno tem um. E provavelmente equipado com viva-voz, toque inspirado em canção de filme e uma capinha decorada. O celular se popularizou tanto que não tem mais fronteiras, vai do patrão ao empregado, da madame ao mendigo, do vovô que não escuta ao netinho que ainda nem nasceu. Daí o proprietário cria uma relação intravenosa com o aparelho e não consegue mais desligá-lo no cinema ou na sala de cirurgia. Se sair de casa e lembrar 20 minutos depois que esqueceu o celular, faz meia volta e vai buscar. Se a empregada ligasse informando que a casa está em chamas, a mulher pensaria duas vezes pra retornar. Mas se esquecer o celular nunquinha! E se chegar um torpedo do Júnior, eu fico sem ler?? Nem pensar.
Talvez a maior criadora de viciados em toda a História (deixando o absinto no chinelo). O advento da rede mundial de computadores gerou uma massa de malucos que corre ao computador toda vez que precisa saber a capital do Laos, checar a meteorologia ou pedir pizza. Na verdade, são tantos doidões que eles se dividem em categorias. As mais comuns:
São os que não largam o mouse nem pra agarrar um saco de ouro. O sujeito acorda e vai checar o correio eletrônico sem nem tirar o pijama. Sai de casa pro trabalho, senta em uma cadeira giratória e lá fica com a fuça enfiada na tela por dez horas. Na volta ao lar, come um sanduba enquanto navega mais um pouquinho. Tem mania de dizer coisas como “preciso MUITO falar uma coisa pra você. Vou te mandar um e-mail”. Mas, hein?
É um caso ainda mais grave, pois engloba os pirados-instantâneos. Querem a net, querem rápida e querem na hora! Se escrever ao colega “oi” na janelinha e ele levar mais de seis segundos para responder, já pensa em cancelar a amizade. No passado, as pessoas brigavam e saíam no braço; agora bloqueia-se o desafeto no messenger. Uuuu! Bloquear alguém, parece, é o mesmo que cuspir na cara e xingar a mãe.
Não se concebe mais o mundo sem internet ou algo melhor que ela. Se a conexão fica lenta, grande parte dos usuários começa a ter palpitação. Se a conexão cair? É semi-enfarte. Terá gente esmurrando o computador ou ligando para o SAC do provedor, falando poucas e boas ao atendente. É como se tivéssemos um fio conectado em nós e não pudéssemos fazer mais nada quando ele se desconecta. Raros são os casos de “humanos-wireless”.
Se dizem que a televisão desune a família, então a TV a cabo já divorciou meio mundo. Bastou uma chuva com queda de sinal, os ânimos se exaltam em todas as casas! Na realidade, isso é bem curioso, porque geralmente quando está tudo funcionando bem, ficamos zapeando sem sossego por 150 canais e repetindo “que lixo, 150 canais e nada pra ver! Eu vou cancelar essa porcaria!”. Mas bastou sair do ar... Há quem tente ser magnânimo e sacar um livro da estante. Lê cinco páginas, dez, onze, doze... “Voltou a TV a cabo? Obaaa!”. O livro é jogado no canto e torna-se possível voltar a reclamar que não tem nada de bom pra assistir.
É ela que move tudo, não é? Do espremedor de laranjas a todos os aparelhos citados acima – até o celular, porque ele precisa recarregar, senão a bateria acaba no meio da conversa e é como se o marcapasso do cidadão estivesse falhando, tamanha a agonia. Sem eletricidade ficamos vulneráveis, indefesos, deprimidos mesmo. Acender velas e pensar na vida: é tudo o que se pode fazer sem energia elétrica. E que desgraça, né? Tem gente (que não sou eu, pois sei que Deus não prova ninguem por coisas más) que até acha que é como se Deus estivesse nos punindo por alguma coisa. Afinal, se ele fez a luz, como pode nos tirar agora, bem na hora do programa preferido?
17:16 | Marcadores: :: Desvarios, :: Eu, :: Virtualidades | 0 Comments
RAZÕES PRA NÃO CASAR COM UM DESIGNER GRÁFICO...
Designers tem uma reputação muitas vezes distorcida pela sociedade, então resolvi compilar essa lista (feita por um designer mexicano) substituindo alguns itens e adicionando outros para você que está pensando em casar com um Designer. Mas lembre-se, não desista de um casamento, ele não um é empreendimento, é uma loucura. Segue a lista com algumas observações minhas em negrito.
14:58 | Marcadores: :: Desvarios, :: Inutilidade Publica, :: Pronto falei | 5 Comments
TECHNO CHICKEN...
21:28 | Marcadores: :: Desvarios, :: Música, :: Videos, :: Virtualidades | 0 Comments
GRÁFICOS ENGRAÇADOS...
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Dica da PIX
Ao som de Represent por Orishas
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00:10 | Marcadores: :: Desvarios, :: Imagens, :: Inutilidade Publica | 1 Comments
O MELHOR DO UNIVERSO...
Estava eu no saudável exercício de zapear, feliz e tranqüila, quando me deparei com mais um anúncio daquelas coletâneas de músicas vendidas pela tv. Soltei o botão do controle na hora. Eu adoro propagandas de coletâneas. Para falar a verdade, eu adoro coletâneas em si.
Os reclames (como diria minha avó) desses produtos me capturam por vários motivos. Primeiro, adoro ver um clipezinho de cada canção. Segundo, me surpreendo cada vez mais com os critérios dos organizadores, que enfiam no mesmo pacote “
Pois não é que meus calejados olhos e ouvidos foram surpreendidos novamente? Dessa vez, pelo título de um dos produtos: “The Best of the Universe II”. Não vou nem entrar no mérito da seleção, que apresentava alguma música do Tears for Fears entre as supostas melhores do Universo. Veja bem: não estamos falando aqui da canção americana, da música contemporânea e nem mesmo do mundo.
Trata-se das melhores canções do Universo. Inteiro. Marte, o Sol e todos os outros corpos celestes inclusos. Mas o problema nem é esse. Minha dúvida é a respeito do “II”. Como alguma música pode ser a melhor do universo 2? Então, não é a melhor. É a segunda melhor. Bom, pelo menos vem com as letras. E traduções.
Logo vi que esse esquema de letras e traduções já virou padrão. Noutra emissora, mais uma propaganda anunciava nova coletânea. Essa não tem nome, leva apenas a graça do canal. Também vem com as letras e respectivas traduções, “para você saber o que está cantando”. Achei ótimo. Odeio não saber o que estou cantando. A não ser que eu esteja cantando Bon Jovi.
Qual seria, então, o diferencial dessa coletânea? Uma piscada de olhos confirmou. Era isso mesmo, eu não li errado: os CDs são aromatizados! Ai, Jesus. Como assim, aromatizados?, perguntei-me incrédula. Ainda não descobri a resposta exata para tal indagação. Aparentemente, cada disco tem um cheiro diferente. Tudo isso “para mexer com todos os seus sentidos”, diz o locutor.
Mas acontece que eu não quero ter todos os meus sentidos mexidos, cara-pálida! Se bem que isso não faz tanta diferença assim, já que, de qualquer modo, eu não iria pagar aquela quantia de lascas, em tantas suaves prestações, para receber em casa um pacote de músicas bem bacanas entre outras de gosto discutível.
As categorias dos CDs também são bastante curiosas. Tem algo como “os pioneiros do rock”, “Cinema
No fim das contas, eu prefiro mesmo é ficar com minhas próprias coletâneas, oficiais ou não. Tem uma do Frank Sinatra. Outra do Elvis e uma terceira dos Beatles (pelas quais paguei). Já a “Tat’s Juke Box” (fresca, não?) reúne mais de cem canções em mp3. A “Juke Box at Work” tem outra centena, baixadas no local de trabalho. A “MP3s da Tamires” trouxe para o conforto do meu lar todos os downloads roqueiros da moça.
Amo meus CDs de mp3 – que não passam de enormes coletâneas. Como eles tocam na seqüência alfabética, podem às vezes causar certo constrangimento. Por exemplo, quando termina “Golden Slumbers”, com Ben Folds, e começa “Adocica”, do
Mas o que me encanta é justamente essa variedade, doida, customizada, gratuita e despretensiosa. Afinal, se quero ouvir
Mas pagar por “It’s Raining Man” à guisa de “melhor do universo”, aí não. Ainda mais se vier com cheirinho.
Ao som de Gone Going de Jack Johnson com Black Eyed Peas
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15:48 | Marcadores: :: Desvarios, :: Eu, :: Música | 2 Comments
APRENDA A DORMIR NO TRABALHO
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Aprenda a dormir no trabalho com esse guia ilustrado:
- Truque dos Cadarços Desamarrados
- Acampamento no Armário
- Pintura de Pálpebra
- Problemas Intestinais
- Acampamento embaixo da mesa
- Manutenção da xerox

Clique na imagem pra ver maior
- Isto é só um cochilo de 15 minutos para recuperar as energias, como foi ensinado naquele curso de gerenciamento do tempo que vocês me mandaram fazer.
- Eu estava imaginando como é a vida de um cego.
- Eu não estava dormindo! Estava meditando sobre a missão da empresa e tentando descobrir um novo paradigma.
- Eu estava verificando se meu teclado é resistente à baba.
- Estava fazendo um exercício altamente específico de Yoga para aliviar o stress do trabalho. Vocês discriminam pessoas que praticam Yoga?
- Por que você me interrompeu? Estava quase chegando numa solução para o nosso maior problema.
- A máquina de café está quebrada.
- Alguém deve ter posto café descafeinado no pote errado.
Ao som de Fallin' For You por Colbie Caillat
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14:59 | Marcadores: :: Desvarios, :: Inutilidade Publica | 1 Comments
MAQUINA DA FELICIDADE...
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A pequena agência de marketing interativo Definition 6, de Atlanta, criou uma ação para a Coca-Cola que está reverberando em blogs e redes sociais pelo mundo.
Agência e anunciante colocaram uma máquina de Coca-Cola no campus de uma universidade e, com câmeras escondidas, captaram a reação de surpresa e felicidade das pessoas quando, ao invés de uma lata, recebiam dezenas delas. Ou ainda, flores, pizza e até um sanduíche de metro! Esta sim a verdadeira máquina da felicidade.
A Coca-Cola lança ainda nesta semana o primeiro filme global dentro do conceito Open Happiness (Abra a Felicidade), com estreia nos Estados Unidos no intervalo da nova temporada de American Idol, na FOX.
Em "Finals", um estudante que se prepara para a prova final de História dorme e, logo depois, a figuras histórias que estão em seu livro ganham vida e participando de uma missão para evitar que ele perca o teste. Assim, Napoleão, Leonardo Da Vinci e Cleópatra, após várias tentativas fracassadas, decidem abrir uma lata de Coca-Cola que está na mesa. O barulho típico do gás saindo da lata acorda o garoto a tempo.
A marca assinou ainda "Snowball", que mostra uma briga de bolas de neve entre atletas dentro da Vila Olímpica, tendo como ocasião os Jogos Olímpicos de Inverno em Vancouver. Nas duas peças, a ideia é celebrar a simplicidade, segundo afirmou em comunicado o diretor de marketing global Joe Tripodi.
Os dois filmes serão utilizados em outros mercados além do norte-americano, mas a Coca-Cola não indicou quais.
Confira o filme da máquina da felicidade:
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Ao som de Bete Balanço por Cazuza
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22:45 | Marcadores: :: Desvarios, :: Inutilidade Publica, :: Virtualidades | 0 Comments
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