PLAYLIST DO BLOG
EU SÓ QUERO CHOCOLATE...
Ao som de BossaCucaNova - O Barquinho (com Menescal e Fernanda Takai)
Sabe quando você está em casa, vendo tevê ou trabalhando no computador, e de repente bate uma fominha? Dificilmente é fome, na verdade. Está mais para um desejo incontrolável de "beliscar" alguma coisa. Na maioria das vezes em que isso acontece comigo – e acontece sempre, impressionante! – costumo fazer uma busca arqueológica nos armários da cozinha em busca de um pequenino pedaço de... chocolate.
Gosto tanto daquele pecado marrom e doce que chego a acreditar inclusive na inexistência de uma espécie ruim. "E os guarda-chuvinhas da Pan?", você pergunta. Eu AMO! Não tem gosto de cacau, mas gosto de infância (até melhor, não?). "E os bombons de figo?", você revida. Aí eu devo concordar. Mas o problema, no caso, é o figo – e não o sempre impecável produto que o envolve.
Pronto. Dois parágrafos no assunto já foram o suficiente para atiçar a vontade! Então só me resta dar início a uma nova procura por chocolate aqui em meus domínios. Quem sabe, com muita sorte, eu não encontro pelo menos um teco dessas delícias aí embaixo...
10) Kinder Ovo
Não precisa rir de mim... O fato é que eu amo Kinder Ovo! Aquele chocolatinho mezzo preto mezzo branco é simplesmente divino, além de vir em uma dose certa para a beliscada. Tá certo. Vou ter de admitir também que fico ansiosa para ver o que tem dentro dele. Além de chocolate, é surpresa e é brinquedo!
9) Crunch
Já foi Kri – e era até mais gostoso naquela época. Hoje, porém, continuo babando pelo chocolate crocante repleto de flocos de arroz. O Crunch é uma das únicas barras que eu compro e, se bobear, consigo comer inteira de uma vez só. Não faz mal que a pele da cara também fique "crunch" depois. Vale o pecado.
8) Nestlé Ao Leite (para culinária)
Uma perdição tamanho família e por quilo! Cada quadradão encorpado daquele vale por dezenas de bombons. Delícia era ficar ao lado do meu pai ou da minha tia enquanto eles faziam um bolo ou qualquer outra receita que levasse raspas desse chocolate ao leite. Metade dos pedacinhos cortados à faca ia parar na minha barriga.
7) Sonho de Valsa
Um dos raros casos em que o recheio supera a cobertura de chocolate. Na boa? Eu comeria uma barra toda feita daquela massa com um gostinho meio de paçoca, só que melhor. A tática que eu uso para devorar esse clássico bombom é: cuidadosamente como a casca, até ficar só a bolinha de amendoim. Depois, vupt!
6) Charge
Como seu companheiro Chokito, não dá para comê-lo em momentos de beliscadelas. Apesar de pequenos no tamanho, são barrinhas que servem como uma refeição inteira, tamanha a quantidade de ingredientes além do simples chocolate. O Charge tem amendoim, caramelo e um recheio seil-lá-do-quê.
5) Talento
Não consigo decidir qual exemplar da série da Garoto é melhor: se o ao leite com castanha-do-pará; ou o branco com cereais; ou o ao leite com amêndoas e uva passa. Mas acho que se tivesse de escolher algum, ficaria com o de avelãs. Combinação perfeita no mundo dos chocolates.
4) Ferrero Rocher
O fabricante daquela perdição cremosa chamada Nutella não poderia fazer um bombom ruim, certo? Mesmo assim, não esperava por um Ferrero Rocher. O que é aquilo? Uma crosta de chocolate com flocos de arroz (bingo!), recheado com Nutella (bingo, bingo!) e com uma avelã inteira no centro (!!!). Demais da conta!
3) Bis Branco
Eis um chocolate democrático. A caixa de Bis, onde cabem muitos pequeninos chocolates, é baratinha. Além disso, cada exemplar é de um tamanho perfeito para as almas em busca de um quitute fora de hora. A versão branca é a minha favorita, de longe. Tenho de me policiar para não entornar tudo de uma vez!
2) Surpresa
Mais do que o Lolo ou o Kri, foi o Surpresa o sabor da minha infância. Uma barrinha fina e deliciosa de puro chocolate ao leite. O legal, porém, era que em cada um vinham cartões colecionáveis sobre os animais. No final, em troca de algumas embalagens, dava para pegar um álbum. Cacau e cultura? Inesquecível.
1) Alpino
Não adianta discutir: não existe bombom mais gostoso do que o Alpino. Sem meleca dentro, sem pedaços de outros ingredientes, sem frescura. Aparentemente, parece um chocolate normal. Um novo mundo de delícias é descortinado, porém, na primeira mordida. Tem algo de diferente ali – só não sei o que é.
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Sabe quando você está em casa, vendo tevê ou trabalhando no computador, e de repente bate uma fominha? Dificilmente é fome, na verdade. Está mais para um desejo incontrolável de "beliscar" alguma coisa. Na maioria das vezes em que isso acontece comigo – e acontece sempre, impressionante! – costumo fazer uma busca arqueológica nos armários da cozinha em busca de um pequenino pedaço de... chocolate.
Gosto tanto daquele pecado marrom e doce que chego a acreditar inclusive na inexistência de uma espécie ruim. "E os guarda-chuvinhas da Pan?", você pergunta. Eu AMO! Não tem gosto de cacau, mas gosto de infância (até melhor, não?). "E os bombons de figo?", você revida. Aí eu devo concordar. Mas o problema, no caso, é o figo – e não o sempre impecável produto que o envolve.
Pronto. Dois parágrafos no assunto já foram o suficiente para atiçar a vontade! Então só me resta dar início a uma nova procura por chocolate aqui em meus domínios. Quem sabe, com muita sorte, eu não encontro pelo menos um teco dessas delícias aí embaixo...
10) Kinder Ovo
Não precisa rir de mim... O fato é que eu amo Kinder Ovo! Aquele chocolatinho mezzo preto mezzo branco é simplesmente divino, além de vir em uma dose certa para a beliscada. Tá certo. Vou ter de admitir também que fico ansiosa para ver o que tem dentro dele. Além de chocolate, é surpresa e é brinquedo!
9) Crunch
Já foi Kri – e era até mais gostoso naquela época. Hoje, porém, continuo babando pelo chocolate crocante repleto de flocos de arroz. O Crunch é uma das únicas barras que eu compro e, se bobear, consigo comer inteira de uma vez só. Não faz mal que a pele da cara também fique "crunch" depois. Vale o pecado.
8) Nestlé Ao Leite (para culinária)
Uma perdição tamanho família e por quilo! Cada quadradão encorpado daquele vale por dezenas de bombons. Delícia era ficar ao lado do meu pai ou da minha tia enquanto eles faziam um bolo ou qualquer outra receita que levasse raspas desse chocolate ao leite. Metade dos pedacinhos cortados à faca ia parar na minha barriga.
7) Sonho de Valsa
Um dos raros casos em que o recheio supera a cobertura de chocolate. Na boa? Eu comeria uma barra toda feita daquela massa com um gostinho meio de paçoca, só que melhor. A tática que eu uso para devorar esse clássico bombom é: cuidadosamente como a casca, até ficar só a bolinha de amendoim. Depois, vupt!
6) Charge
Como seu companheiro Chokito, não dá para comê-lo em momentos de beliscadelas. Apesar de pequenos no tamanho, são barrinhas que servem como uma refeição inteira, tamanha a quantidade de ingredientes além do simples chocolate. O Charge tem amendoim, caramelo e um recheio seil-lá-do-quê.
5) Talento
Não consigo decidir qual exemplar da série da Garoto é melhor: se o ao leite com castanha-do-pará; ou o branco com cereais; ou o ao leite com amêndoas e uva passa. Mas acho que se tivesse de escolher algum, ficaria com o de avelãs. Combinação perfeita no mundo dos chocolates.
4) Ferrero Rocher
O fabricante daquela perdição cremosa chamada Nutella não poderia fazer um bombom ruim, certo? Mesmo assim, não esperava por um Ferrero Rocher. O que é aquilo? Uma crosta de chocolate com flocos de arroz (bingo!), recheado com Nutella (bingo, bingo!) e com uma avelã inteira no centro (!!!). Demais da conta!
3) Bis Branco
Eis um chocolate democrático. A caixa de Bis, onde cabem muitos pequeninos chocolates, é baratinha. Além disso, cada exemplar é de um tamanho perfeito para as almas em busca de um quitute fora de hora. A versão branca é a minha favorita, de longe. Tenho de me policiar para não entornar tudo de uma vez!
2) Surpresa
Mais do que o Lolo ou o Kri, foi o Surpresa o sabor da minha infância. Uma barrinha fina e deliciosa de puro chocolate ao leite. O legal, porém, era que em cada um vinham cartões colecionáveis sobre os animais. No final, em troca de algumas embalagens, dava para pegar um álbum. Cacau e cultura? Inesquecível.
1) Alpino
Não adianta discutir: não existe bombom mais gostoso do que o Alpino. Sem meleca dentro, sem pedaços de outros ingredientes, sem frescura. Aparentemente, parece um chocolate normal. Um novo mundo de delícias é descortinado, porém, na primeira mordida. Tem algo de diferente ali – só não sei o que é.
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