PLAYLIST DO BLOG
DE NOITE NA CAMA...
- Boa noite, povo.
- Boa noite!
Hum. Xá ver o que preciso fazer amanhã. Tem o banco. Maldita hora em que esqueci. Acho o fim da picada “fazer banco” em pleno século 21. O homem já foi à Lua e eu tenho que pegar uma fila diante de cinco guichês, sendo que só dois estão funcionando, para pagar um bagulho em dinheiro vivo – isso na era do cartão e do doc pela internet? Ah, faz favor.
Mas no que eu estava pensando mesmo? Ah, sim. Amanhã. Listando os afazeres. Essa é uma mania idiota. Porque sempre me faz perder o sono. Então, por que continuo fazendo isso? Boa pergunta. Eu tenho problemas, acho. Mas vou acabar com eles agorinha mesmo. Chega de pensar em amanhã, vamos dormir.
(...)
Gente, que calor! Ai. Vou precisar me livrar de alguns cobertores. Pronto. Melhor. Assim não há quem consiga pegar no sono.
Agora deu frio. Odeio quando fica quente demais com o cobertor e frio sem ele. Deviam fazer um cobertor ajustável. Ou em camadas, sei lá.
Falando em camadas, deu fome. Hum. Levanto e como alguma coisa ou continuo aqui e durmo? Se eu levantar, o que vou comer? E, se eu levantar e comer, tecnicamente estou “assaltando a geladeira”?
Mas comer o quê? Bolachas cream cracker? Acho bolacha cream cracker uma coisa assim, bege. A maior graça da bolacha cream cracker é aquele desafio de comer três em um minuto. Ninguém acredita que é impossível comer três míseras cream crackers em um minuto. Mas a danada da bolacha tem poder. Taí. Eu podia fazer um texto sobre bolacha cream cracker.
(...)
Não, não podia.
(...)
“O pintôôô! O pinto do meu pai/ Fugiu com a galinha da vizinha/ Já procurei de noite/ Já procurei de dia...”
Gente, de onde veio essa música?! E, acima de tudo, porque eu uso o vocativo “gente” quando estou apenas pensando comigo mesma?
Eu odeio quando quero dormir e uma música começa a tocar involuntariamente na cabeça. Será que só acontece comigo? Bom, da população desse quarto, só. O Digo já está roncando. Vou cutucar ele. Certeza que ele para.
Pronto! Ó lá. Queria estar dormindo assim. Mas, no momento, preciso me empenhar em tirar da cabeça a música do pinto.
XV de Arapiraca existe? Acho que não. Acho que inventei. Mas Arapiraca existe. Diferente do Suriname, que eu insisto na idéia de que ele não existe. Conheço um marceneiro que é de lá (Arapiraca, é claro). Qual a diferença entre marceneiro e carpinteiro? Acho que são a mesma coisa. Se for assim podemos dizer que o P.H tem a mesma profissão do pai, terreno, de Jesus. Quem dizia isso era o Cirilo, da novela Carrossel, porque ele ficava repetindo isso o tempo todo?Que moleque mala, esse Cirilo.
(...)
Nossa. Acho que acabo de ter uma idéia sensacional para ganhar 25 milhões de reais. É só eu arranjar oito anões ruivos bons de papo, dispostos a... ZZZZZZZZZ e se o amendoim sair mais torradinho do que... ZZZZZZZ, ainda por cima deixarei todo mundo rico e muito salgado, já que... ZZZZZZZZZZ. Afinal, se tudo o que existe só é graças à existência da fórmula... ZZZZZZZZ, que constitui um denominador comum sobre todas as coisas, acho que encontrei a resposta para tudo.
Duro vai ser lembrar amanhã.
16:27 | Marcadores: :: Eu | 6 Comments
TORMENTE

Estava eu, navegando do ciberespaço, quando resolvi pesquisar no google o meu sobrenome. Pois é.... encontrei muuitas coisas, sendo que a maioria eram sem nenhuma importancia, até que encontrei esse poema intitulado "Tormente", encontrei esse poema no blog Prolixa por Amor e gostei, por isso resolvi postá-lo.
'Tormente'
Meu Id diz 'ame', meu Ego diz 'não posso'
Meu Id diz 'sonhe', meu Ego diz 'não consigo'
Meu Id diz 'enlouqueça', meu Ego diz 'não permito'
Meu Id diz 'liberte-se', meu Ego diz 'não preciso'
E nega amores sofridos
Sublima loucuras do ser
Recalca sonhos perdidos
Reage à liberdade da psique
Mente em conflito
Mente em delírio
Mente para mim mesma
Mente para o alívio
Uma 'tormente' neurótica
Hora apatia, hora viço
E é por isso que às vezes eu desejo
Jogar meu Superego na lata de lixo.
Como eu sei que ninguem é obrigado a saber psicologia, vou esclarecer os termos usados no poema para que a essência dele possa ser captada...
ID- nossa parte inconsciente. Contém nossos desejos e instintos mais primitivos
EGO- parte que a gente conhece; centro da consciência
SUPEREGO- é o nosso censor, ele controla os impulsos do Id para que a gente não sofra tanto.
O resto do poema só Freud explica
18:24 | Marcadores: :: Eu, :: Poesia | 2 Comments
QUEM É VIVO SEMPRE APARECE

Depois de um longo período de recesso EU RETORNO!!!
A vida é cruel, os dias são difíceis e o tempo é escasso, mas eu, com a força de vontade de uma tri-atleta húngara em sua ultima prova, tirei um tempinho para escrever sobre um assunto beeeeem recorrente aqui: minhas idas e vindas pela "cidade de meu Deus” com minha intrépida trupe.
Acho que já deixei claro que tenho provado todos os dias da minha vida que a lei de Murphy existe e que ela se adquire quase que por osmose, ou se pega como um vírus que fica no ar. Por isso certas “coisas” que acontecem não me causam mais espanto, com exceção do súbito vício que meu amigo vem desenvolvendo por pizzas dos mais inusitados sabores, pois ele, não contente com pizzas alcoólicas, passou para algo mais pesado à que ele se refere como sendo “pizza de boliche”. O caso é tão sério que quando vamos ao shopping ele quer comer... pizza é claro, quando pensamos em ir ao boliche ele já vai logo perguntando “quanto custa a pizza do boliche” (e eu que pensei que pagávamos por pista) e assim por diante, acho que será necessário buscar uma ajuda profissional.
Mudando de assunto...
Se eu um dia eu concorresse a alguma premiação, e ganhasse, com certeza os motoristas de van estariam no meu agradecimento. Sei que muitas pessoas não gostam deles, e agora os ditos tem até que apresentar atestado de antecedentes na prefeitura se quiserem continuar trabalhando, mas neste domingo tive mais uma prova que merecem todo o meu reconhecimento.
Mesmo estando do outro lado da rua e bem longe do ponto, fomos (eu e meus amigos) agraciados com a gentileza de um motorista que parou para nós, mesmo sabendo que teria que esperar que atravessássemos a rua atrapalhando todo o transito, e como se isso não bastasse, ele ainda teve a paciência de parar todas as vezes que “algum” de nós deu sinal, mesmo que depois ele tenha fechado a porta na cara do Will, que ficou metade pra dentro e metade pra fora.
Proporcionalmente à gentileza do motorista está a falta de noção das crianças de hoje, onde esse mundo vai parar. Fiquei chocada quando presenciei a cena de um menino que invadiu o banheiro feminino, ficou batendo na porta de uma das cabines de forma impertinente e depois teve a cara de pau de olhar por debaixo da porta duas vezes. No final não foi tomada nenhuma providencia com relação ao meliante porque ele tinha apenas 6 anos e a mãe estava lá para protegê-lo da “moça da cabine” que também é conhecida como a terrorista do catchup.
De resto... os dias tem sido normais (dentro do que é possível).
15:39 | Marcadores: :: Eu, :: Familia e Amigos | 2 Comments
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